,.-~*-.¸-(_Family Carneiro_)-,.-~*´

Arquivo do Autor

Com justa razão, sociólogos, economistas, políticos e cientistas sociais têm se preocupado com a trágica realidade das favelas urbanas. Na verdade, elas são o retrato de uma sociedade desigual e excludente. As favelas urbanas são também a vergonha explícita da nossa iniquidade social. Tirar o homem da favela será pois o grande desafio urbano/humanístico deste próximo milênio.

Conquanto seja deplorável ver o homem na favela, também é lamentável constatar o crescimento de uma *favela* no coração do homem. Tirar a favela de dentro do homem será pois um grande desafio para os terapeutas, teólogos, conselheiros, educadores, enfim, para todos que tem um compromisso com a existência e dignidade humana.

A *favela interior* é o resultado do crescimento de um tipo diferente de pobreza, marcada pela ausência de sentimentos, valores e atitudes nobres, cada vez mais escassos em nossa sociedade materializada. Esta pobreza interior é denunciadora também de um *lixo interior* que o ser humano permite que vá se acumulando pelas esquinas d*alma, ao longo da vida.

 

Pelo menos, três diferentes tipos de pobreza interior denunciam

a existência de uma *favela* dentro de nós. Primeiro, é a pobreza de

espírito, não tomada aqui como uma virtude ressaltada por Jesus Cristo, no Sermão do Monte, mas como um espírito pobre, cuja pobreza se dá pelo excesso de egoísmo, maldade, mesquinhez, avareza, arrogância e outros sentimentos desta natureza. Alguém pode ter muito dinheiro, bens ou propriedades, todavia, se possuir um espírito pobre, vive numa grande miséria. São pessoas desprovidas da verdadeira riqueza, que é a riqueza do *ser*, onde os sentimentos, valores e atitudes nobres constituem o maior patrimônio.

 

Uma segunda pobreza interior que denuncia a *favela* que habita em nós, é a pobreza espiritual. É o coração humano vazio de fé, esperança, enfim, vazio de Deus. A ausência de Deus no ser humano empobrece a sua vida. A fé é de um valor imensurável e enriquece a existência na medida em que liberta a vida dos limites da matéria, abrindo as cortinas do infinito e do sobrenatural. *Tudo é possível ao que crer*. Por fim, a *favela* que existe dentro do homem é fruto também da pobreza afetiva provocada pela ausência do amor. Quem não ama, vive mergulhado numa verdadeira miséria existencial, desprovido de tudo que dignifica e enobrece a vida.

 

Até a religião sem amor se transforma em fanatismo e radicalismo. O amor produz a compaixão, o perdão e a solidariedade.

O amor enriquece a vida!

 

 

Esforçar-se para tirar o homem da favela e tirar do seu caminho o lixo que a sociedade produz é uma tarefa tão nobre quanto urgente. Todavia, é também urgente e igualmente nobre, o esforço para retirar a *favela* de dentro do homem, e limpar a sua alma do lixo produzido pelos sentimentos mesquinhos e pela ausência de Deus. A verdadeira riqueza é a presença de Deus em nós.

 

 

 

Pr. Estêvam Fernandes de Oliveira

Da PIB em João Pessoa, Paraíba

 

A Casa Construída sobre a Rocha

“E por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que eu digo?

Qualquer que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante:

É semelhante ao homem que edificou uma casa, e cavou, e abriu bem fundo, e pôs os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, bateu com ímpeto a corrente naquela casa, e não a pôde abalar, porque estava fundada sobre a rocha.

 

 

Mas o que ouve e não pratica é semelhante ao homem que edificou uma casa sobre terra, sem alicerce, na qual bateu com ímpeto a corrente, e logo caiu; e foi grande a ruína daquela  casa”.

 

 

Lucas 6.46 a 49 (Bíblia Sagrada – Edição Trinitariana).

EM QUE ESTÁ ALICERÇADA A SUA VIDA?

Jesus nos coloca duas opções:

1 – O homem que edifica sua casa sobre a rocha;

2 – O homem que edifica sua casa sobre a terra, ou areia.

Então, onde está alicerçada a sua vida?

Jesus nos diz claramente que aquele que observa a sua palavra, edifica a sua casa sobre a rocha. A rocha simboliza a Palavra de Deus. A família não é só constituída de pai, mãe e filhos, ela precisa de um fundamento, e esse fundamento é o próprio Jesus Cristo, Salvador e Senhor. A casa que é fundada na Rocha, bate a corrente, mas ela permanece firme! Passa tribulação, passa apertos, passa dificuldades, todas aquelas dificuldades diárias que todo ser humano enfrenta, porém permanece firme, pois tem um alicerce. Jesus nos exorta, como podemos chamá-lO de Senhor, se não atentamos para sua palavra? Como podemos dizer que o servimos, se não cumprimos o que Ele nos diz? Para ter nossa vida e nossa casa alicerçada na Rocha, temos que ouvir e observar a Palavra de Deus. E o que significa observar?

Observar, segundo o dicionário é : VER, EXAMINAR, OBEDECER, GUARDAR, CUMPRIR FIELMENTE.

Todo aquele que observa a Palavra de Deus tem a certeza que sua vida e sua casa, está alicerçada na Rocha!

Você tem duas escolhas.

Qual delas você acha que é melhor para sua vida?

Eu acredito que você tenha respondido, edificar sobre a rocha.

Então, edifique sua casa hoje mesmo na Rocha:

“Porque apregoarei o nome do Senhor; engrandecei a nosso Deus. Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus caminhos justos são; Deus é a Verdade, e não há nele injustiça; Justo e Reto é”. Deuteronômio 32.4 e 5.

“Não há Santo como o Senhor; porque não há outro fora de Ti; e Rocha nenhuma há como o nosso Deus”. I Samuel 2.2

“Vive o Senhor, e bendito seja o meu Rochedo; e exaltado seja Deus, a Rocha da minha Salvação”. II Samuel 22.47

“Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, Eleita e Preciosa; e quem nela crer não será confundido”. I Pedro 2.6

Que Deus te abençoe em Cristo Jesus.

Ademir e Rosiane Carneiro.

 

         Dois jovens, rivais pela mão de uma linda moça numa comunidade rural, ficaram um atrapalhando o outro até que, finalmente, resolveram acertar as contas com os punhos numa noite escura, na beira do rio. Quando a poeira abaixou, um deles, machucado, afastou-se em desgraça enquanto o outro, um pouco menos machucado, foi triunfante tomar a mão da bela donzela. Isso é que é amor!
         Mas será que é? É isto o que o apóstolo João descreveu:

"Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus" (1 João 4:7)

         Dificilmente, em qualquer lugar tal amor piedoso é menos provável que seja encontrado do que no romance ao estilo moderno. Deus parece ser quase um intruso no namoro. O fato é que Deus é Aquele que por primeiro identificou a necessidade de companhia para o homem e que originou o casamento. O que quer que no romance seja chamado "amor" que não se origine em Deus é uma falsificação. Qualquer casamento baseado num tal amor sem Deus está sobre uma fundação abalada, ou até pior.

Amor para Deus

       

Um genuíno amor a Deus afetará o conceito do namoro. Ele será considerado uma oportunidade para se familiarizar com uma pessoa, de modo a avaliar seu caráter, personalidade, intelecto, disposição e aptidão em geral para o casamento. Infelizmente, o único modelo que muitas pessoas têm para o namoro é o de Hollywood, que parece medir o sucesso em termos do prazer sexual conseguido. A química sexual é tão forte, contudo, que quando ela começa a influenciar o desenvolivmento do namoro, o casal tende a ficar cego para todas as outras considerações.
         O amor a Deus afetará nossa escolha de um parceiro para o namoro. Em vista do conceito mencionado acima, nenhum indivíduo que seja moral e espiritualmente inapto para o casamento deveria ser namorado. O namoro tende a aumentar nossa tolerância das faltas do outro. Enquanto essas faltas sejam físicas, econômicas, sociais ou mesmo temporais por natureza, tal tolerância pode não ser fatal. Mas muito freqüentemente, faltas morais e espirituais chegam a ser aceitas e os resultados são desastrosos para a alma.
         O amor a Deus também afetará a nossa conduta no namoro. Deus será reconhecido como um acompanhante em todos os encontros. Seu olhar que tudo vê não será esquecido, mesmo no escuro.

"De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra" (Salmo 119:9).

Amor para companheiro

        

Nosso amor por um parceiro de namoro precisa ser um amor piedoso. Tal amor "não busca o que é seu". Um rapaz cuja preocupação principal no namoro e casamento é o que ele vai conseguir de uma moça não é um bom candidato para o casamento; nem o é a moça que é inteiramente egoísta. Enquanto um homem não reconhece o amor sacrificial de Cristo pela igreja como seu ideal, ele não está preparado para o casamento. Nem uma moça estará pronta para o casamento enquanto não estiver ansiosa para ser um "auxílio" para seu esposo. Se o egoísmo é um problema no namoro, será muito mais no casamento.
         Um amor cristão está profundamente preocupado como o bem-estar espiritual de outros. Um homem com tal amor, tendo escolhido uma mulher piedosa para sua companheira, jamais pensaria em violar a virtude dela, não importa quão forte suas paixões possam ser. Ele não a vê como um objeto a ser usado para seu prazer, mas como um tesouro a ser respeitado e protegido. É impensável, também, que uma mulher cristã, exercendo aquele amor que vem de Deus, se orgulhasse de "fazer um homem ficar nervoso" pelo modo como ela se veste ou se comporta. Ainda que ela possa "saber como cuidar-se," ela entende que o "o saber ensoberbece, mas o amor edifica" (1 Coríntios 8:1). O amor que vem de Deus nunca deve desafiar outro a pecar com as palavras, "Se me ama, você fará". Amor piedoso "não se regozija na iniquidade". Qualquer expressão suposta de amor que seja desagradável a Deus, é fraudulenta.

Amor para rivais

           Muitos cristãos devotos em outras situações parecem aceitar o velho adágio que "na guerra como no amor tudo vale"."Inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas" parecem ser perfeitamente justificados. Não importa a ocasião, estas são obras da carne e "não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5:19-21). Muitos que não recorreriam a golpes físicos para acertar uma rivalidade usarão de trapaça, engano, duplicidade, astúcia, perfídia, mexerico, calúnia e o que mais possa vir-lhes à cabeça para conseguir seu intento.

"Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de cousas ruins" (Tiago 3:15-16).

        Nenhum homem ou mulher é digno de tal corrupção da alma. É melhor exercer aquela

"sabedoria, porém, lá do alto [que] é, primeiramente pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento" (Tiago 3:17).

         Esta sabedoria conquistará qualquer parceiro que valha a pena conquistar.
         Graças a Deus, muitos que sucumbem a tal tentação se arrependem e amadurecem depois que seu prêmio é conquistado. O jovem que conquistou sua noiva naquela noite à beira do rio, amadureceu e não recomendará seu ato a outros.
         Não, verdadeiramente, a lei do amor piedoso não fica suspensa durante o namoro!

Autor: Sewell Hall

site: http://www.estudosgospel.com.br/datas-comemorativas/dia-dos-namorados/o-amor-no-namoro.html

  Poesia de  *Akiane Kramarik * love@artakiane.com                                                 

Este é um retrato de um leopardo-família
uma alegoria sobre a família humana.

Segurança, amor e crescimento, os ramos em que uma família feliz se assenta.

O ramo mais grosso é o ramo do amor.

E o ramo que vai acima é o ramo de crescimento.

O ramo em frente que os impede de cair é o ramo da segurança.

As patas do pai está no ramo da segurança, simbolizando que é ele que pode melhor proteger e sustentar a sua família. O ramo de crescimento também está posicionado do seu lado.

À primeira vista, não se pode notar o bebê leopardo, e é porque eu tentei misturá-lo em sua mãe. Acredito que os animais jovens, tal como os bebês humanos são tão conectados com suas mães, que não pode viver feliz sem o outro. Eles fazem parte de sua mãe. Essa ligação é duradoura.

http://www.akiane.com/paintings/age_11/age11_13.htm

Family
Acrylic on canvas, Age 11 (2006) 26 " x 48 "
Original & Prints Available

* Estudo feito pelo Pr. Alberto Thieme.

Gostaria de compartilhar de um texto biblico muito precioso com você.

Existe uma passagem biblica em Êxodos capítulo 15.23-27 que diz que o povo de Israel que peregrinavam pelo deserto havia chegado a Mara, onde havia uma fonte de água. Quando foram beber da fonte perceberam que as águas eram amargas, por isto, chamaram aquele lugar de Mara (que significa “amarga”).

Logicamente que a expectativa do povo era grande ao encontrar uma fonte de água naquele árido deserto. E no verso seguinte a Biblia diz que “o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?”. Com certeza eles fizeram isto porque não tinham a visão completa do que Deus tinha para a vida deles. Moisés tinha a incumbência de Deus de dirigir todo aquele povo que, por causa da dureza de seus corações, ficou dando voltas pelo deserto sem chegar à terra prometida logo. Porém, como o Senhor não deixa os que Ele chamou envergonhados, Moisés, só tinha uma coisa a fazer ali diante da reclamação do povo: "Clamar ao Senhor". E a Bíblia diz que Deus respondeu sua oração "mostrando-lhe um lenho" o qual Moisés lançou nas águas e o milagre aconteceu: As águas amargas se tornaram doces. E assim o povo reconheceu que o Deus que Moisés servia era poderoso e não os havia abandonado.

Sei que as provas são grandes, mas com as provas Deus deu os estatutos também, pois neste texto a Bíblia diz que ali, naquela fonte, no meio do deserto, "Deus os provou" e, através de Moisés deu estatutos e uma ordenação: mandou o povo estar atento a voz dEle e fazer o que é reto a Seus olhos. Creio que é para isto que Deus nos trouxe para este país: para ajudar o povo que está ao nosso alcance, a servir a Deus e assim estar preparado para ultrapassar momentos difíceis e chegar a benção maior.

Com a ação de Deus através do "lenho" de Moisés, o povo se alegrou muito e recebeu a grande mensagem de Deus de que nenhuma enfermidade seria posta sobre eles e ali Deus fez uma declaração de amor: Eu sou "Jeová Rafah", o Deus que te sara. Vemos que Deus precisava tratar com o seu povo e "sarar" a alma da geração que entraria para possuir a terra prometida.

Pois bem, assim Deus tem feito conosco e creio que contigo também. Quando entramos no deserto ficamos desesperados em busca de uma fonte de água. Jesus nos diz: “Eu sou a fonte de água viva e quem beber desta água jamais terá sede”. Não podemos ficar nos alegrando somente porque alcançamos Mara (alguma benção em nossas vidas) temos de prosseguir mais a frente, pois Deus tem algo melhor. 

Aquele povo poderia ter parado ali muitos dias, porém, com a visão que Moisés recebera de Deus de irem em frente, eles continuaram a caminhada e assim no último verso deste capítulo a Bíblia diz que eles chegaram a Elim.

Elim é o significado da benção maior, aquela que extrapola nossas percepções humanas.
Quando o povo pensou que o lugar preparado por Deus era Mara, Deus mostrou-lhes Elim, porque eles caminharam um pouco mais.

Elim era muito melhor que Mara, pois nos diz a Palavra de Deus que em Elim havia “doze fontes de águas e setenta palmeiras e que ali o povo se acampou junto à águas” (no plural), ou seja, muitas águas.

Assim será com aquele que ao passar pelo deserto pode confiar na Mão Poderosa de Deus para fazê-lo chegar até Mara. Mas, mais felizes seremos se continuarmos a caminhada até Elim. Melhor será esforçar-se para chegar a Elim, pois ali Deus tem preparado algo muito melhor do que em Mara. Ele tem um "bosque" no meio do deserto esperando por você.

Preparadinho por Ele para que você possa acampar e desfrutar do melhor de Deus: Doze fontes de águas preciosas e setenta palmeiras.  Por isto, não desanime nunca! Deus não os chamou para ficar sempre em Mara. Mas Ele tem um Elim precioso a nossa espera. Venha acampar em Elim e desfrutar do melhor de Deus para sua vida.

 

Andar com Jesus é o maior desafio de vida que somos chamados a participar.

Pr. Alberto Thieme – thiemeus@yahoo.com

* Pastor Teófilo Karkle

Para falar de alegria, precisamos de uma especialista nesta área. Conhecendo Deus, posso com muita humildade abordar esse empolgante tema, pois foi Ele quem me deu um ministério precioso, inovador, e as especializações vieram diretamente do Espírito Santo. Minha formação vem da “Universidade da Adversidade”. Aprendi primeiro, hoje posso ensinar. Minhas teses vêm do texto da segunda carta aos Coríntios 1: 3-5:

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”.

Vamos fazer todo o Brasil conhecer o “modus operandi” de satanás na revelação feita por Jesus Cristo num texto tão conhecido como João 10:10:

“O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”.

Roubar é a atividade número um dele, ainda que, avisando o povo de Deus a respeito disso, ele se camufle. Ele gostaria muito de dizer que “mudou” também neste tempo de mudanças. Alguns pregadores equivocadamente chegam a dizer que ele agora está usando “sapatinho de algodão”, porque entra e sai sem fazer barulho. Quero revelar algo novo: seus pés e seus passos são horríveis e ele não consegue ficar camuflado e em silêncio como imaginam. Isso porque quando mencionamos o precioso nome de Jesus, sempre cai a sua máscara. Ele sempre é expulso. Seu silêncio se torna um estrondo. Não queremos papo, nem conversa, nem queremos ouvir as suas mentiras. Ele nem precisa fazer aquela algazarra toda para obedecer.

Para falar da alegria, que é o segundo elemento dentro do fruto do Espírito (Gálatas 5:22) precisamos falar que satanás vive dissimuladamente roubando a alegria do povo, inclusive do povo de Deus. Ele não ocupa a alegria roubada para nada, pois não se encaixa dentro de seu perfil. No seu estilo de atuação sempre transparece sua chocarrice, chacota, deboche, zombaria, sarcasmo, ironia, gozação. Porque alegria ele não sabe usar. O seu propósito é ver o ser humano arrasado, triste. Ah! E o que ele mais consegue quando rouba a alegria é roubar a força. Sem força, sua vítima torna-se fraca.

Fraco?! Sim! Porque ele também conhece o texto sagrado, o qual na verdade produz o que ele diz: “A alegria do Senhor é a nossa força”(Neemias 8:10). Ele não vai se meter com alguém que está forte, pois sabe que vai levar a pior. Desde sempre, mas especialmente em uma das jornadas de Israel pelo deserto (Números 33) ele atacou os fracos e cansados que iam ficando para trás. Deuteronômio 25: 17 e 18:

“Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito; Como te saiu ao encontro no caminho, e feriu na tua retaguarda todos os fracos que iam atrás de ti, estando tu cansado e afadigado; e não temeu a Deus”. Então quando você está alegre você está forte. Quando você pedir em oração força a Deus, Ele te dará alegria.

Qualquer um pode usar o “Termômetro da Alegria” para medir a força. É muito notável uma pessoa alegre. E é muito notável também a ausência da alegria numa pessoa. Tem outra coisa ainda pior que é viver oscilando entre graus de alegria e graus de pena. Lamento dizer, mas tem muita gente tomando remédio para dormir, tem muita gente assistindo comédia para rir. Tem muita gente tomando energéticos para recobrar a vitalidade. Tem muita gente pregando a depressão. Pregando?! Sim, falando muito dela, dando muita importância, a criando como um tigrezinho de mascote e satanás dando risada. Roubando a alegria, ele consegue colocar a depressão e seus derivados irritantes: a chatice, a crítica, o desânimo. E nesse estado, a vítima fica propensa a blasfemar, duvidar e negar.

Quando um cachorro toma um sapato de couro para morder, enche de furos, tira pedaços fora. Não será possível restituir esse sapato. Não é bíblico colocar remendo novos sobre panos velhos (Lucas 5:36). Ficaria esteticamente ridículo esse sapato cheio de remendos. No caso da alegria, estamos autorizados por Deus a não fazer um remendo, mas colocar algo novo. O mesmo Espírito Santo que estava sobre Jesus, agora está sobre mim para ministrar através deste material a troca. Tiraremos agora, em nome de Jesus, a cinza, e te daremos uma coroa de glória. Tiraremos também a tristeza e te daremos óleo de gozo. Essa troca inclui também mudar esse espírito angustiado por vestes de louvor, a fim de que seja glorificado (Isaías 61:3).

As cinzas falam de algo que passou, morreu, terminou. São as lembranças. Muitas delas doloridas, amargas, difíceis. Mas o óleo de alegria é a pessoa do Espírito Santo, causador e mantenedor de toda alegria. Ao terminar de ler este artigo, mãos à obra. Não espere outro mês chegar. Comece agora a sentir a alegria do Senhor. Comece a tirar agora esse trapo chamado tristeza e te vistas deste manto chamado ALEGRIA.

* Pastor Teófilo Karkle é o fundador do Centro de Alegria – ministério que pretende estabelecer um centro em cada capital do Brasil. Você pode visitar o site: www.centrodealegria.com.br e/ou escrever um e-mail ao autor: centrodealegria@hotmail.com. Convites para Ministração da Alegria no fone: (49) 3229-3791 – Lages-SC.

Fonte: REVISTA PALAVRA DE PAZ – ANO 2 – N. 21 – PG. 14 e 15.

ASSINATURAS: revista@palavradepaz.com.br

Acesse o site: www.palavradepaz.com.br e SEJA UM AJUDADOR!

“E do céu veio uma voz, que disse: – Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria”. Mateus 3:17

“O amor é a única razão pela qual se dá a vida” (Matthew Kelly).

 

 

Se Deus dissesse que hoje seria o último dia que você passaria com a sua família, o que você faria nessas vinte e quatro horas? Amar e ser amado são as necessidades mais básicas da alma humana. Quem ama demonstra, declara, deixa vazar esse sentimento como água que nutre a alma do outro. A escritora Lya Luft, em seu livro Perdas e Ganhos, ao abordar sobre o tema Família, escreve uma verdade sobre a qual precisamos refletir:

“Se viver sozinho já é duro, viver em família pode ser onerado e oneroso. Sofremos com a precariedade dos laços amorosos. Sofremos com falta de dinheiro e de tempo. Sofremos com a necessidade de suprir cada vez mais os mandatos do consumo. Sofremos com o pouco espaço para o diálogo, a ternura e a solidariedade dentro da própria casa. Principalmente, não temos tempo ou disponibilidade para o natural exercício da alefria e do afeto”.

Com razão, disse o escritor Matthew Kelly, em seu livro Os Sete Níveis de Intimidade: “Dar e receber amor é a maior vocação do ser humano”. Infelizmente, muitos pais nunca se deram conta da importância e do valor de uma declaração sincera de amor ao filho. A Bíblia diz que antes de Jesus ser levado para o deserto a fim de ser tentado pelo diabo, Deus, o Pai Eterno, fez uma declaração de amor que foi decisiva para a sua vitória sobre o diabo: “Este é o meu filho amado em quem eu tenho muito prazer!” Mateus 3:17.

Nossos filhos precisam sair de casa (quando vão estudar, trabalhar ou passear) sabendo que são amados incondicionalmente. Conheço muitos filhos que nunca ouviram dos seus pais uma única declaração de amor.

Certo dia, quando terminei de ministrar em uma igreja sobre a importância do carinho, do afeto e de uma declaração de amor, uma jovem procurou-me e, com os olhos cheios de lágrimas, disse-me: – Pastor, eu tenho dezessete anos e sofro de uma carência crônica de afeto paterno. Meu pai nunca me abraçou, nunca me deu parabéns no meu aniversário, nunca me fez uma declaração de amor. Pelo contrário, já ouvi dele algumas vezes: “Você deveria ter nascido morta”.

Amar e ser amado são imprescindíveis para a saúde emocional do (a) filho (a). As coisas que mais têm valor no relacionamento familiar não custam dinheiro. Quanto custa uma declaração de amor? Se você tem filho, por que não fazer, hoje mesmo, uma linda declaração de amor para ele? Alguém me enviou um texto que nos faz refletir do porque não devemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. É uma mensagem que foi deixada pelo marido de uma das aeromoças que morreram no acidente que houve com o avião da TAM onde ela trabalhava. Ele jamais poderia imaginar que aquela seria a última saída da esposa de sua casa para trabalhar. Por isso ele escreveu…

SE O AMANHÃ NÃO VIER…

“Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você. Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e a chamaria de volta para abraçá-la e beijá-la uma vez mais. Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu ouviria a sua voz em oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que eu pudesse vê-la e ouvi-la de novo, dia após dia. Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO, ao invés de assumir que você já sabe disso. Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu estaria ao seu lado, compartilhando do seu dia, ao invés de pensar: “Bem, tenho certeza de que outras oportunidades virão. Então eu posso deixar passar esse dia”. É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão. E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta. É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro: “EU TE AMO”, e certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: “Posso te ajudar em alguma coisa?”. Mas, no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos juntos, eu gostaria de dizer-lhe O QUANTO EU AMO VOCÊ!”.

Espero que nunca nos esqueçamos disso!

O dia de amanhã não está prometido a ninguém, seja ele jovem ou velho. E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama. Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você, com certeza, se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter aproveitado aquele tempo especial com um sorriso, um abraço ou um beijo. Tudo porque você estava “muito ocupado” para dar àquela pessoa o que acabou sendo o último desejo que ela queria. Então, abrace o seu amado, a sua amada, o seu filho, a sua filha HOJE. E dê esse abraço bem apertado. Susurre no seu ouvido, dizendo o quanto você o (a) ama e o quanto o (a) quer junto de você. Gaste um tempo para dizer: “Desculpe-me”; “Por favor”; “Me perdoe”; “Obrigado”; ou ainda, “Não foi nada”; “Está tudo bem”. Isso porque, se o amnhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje. Pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue. Papai, mamãe, marido e esposa: parem agora por alguns minutos e reflitam sobre essa mensagem. E pratiquem-na!

Lembre-se, amor em família é uma arte, um malabarismo, por vezes um heroísmo: essencial como o ar que respiramos.

Pastor Josué Gonçalves é terapeuta familiar, pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça (Assembleia de Deus em Bragança Paulista, SP)

Acesse: www. familiaegraca.com.br