,.-~*-.¸-(_Family Carneiro_)-,.-~*´

Archive for the ‘Estudos para Família’ Category

         Dois jovens, rivais pela mão de uma linda moça numa comunidade rural, ficaram um atrapalhando o outro até que, finalmente, resolveram acertar as contas com os punhos numa noite escura, na beira do rio. Quando a poeira abaixou, um deles, machucado, afastou-se em desgraça enquanto o outro, um pouco menos machucado, foi triunfante tomar a mão da bela donzela. Isso é que é amor!
         Mas será que é? É isto o que o apóstolo João descreveu:

"Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus" (1 João 4:7)

         Dificilmente, em qualquer lugar tal amor piedoso é menos provável que seja encontrado do que no romance ao estilo moderno. Deus parece ser quase um intruso no namoro. O fato é que Deus é Aquele que por primeiro identificou a necessidade de companhia para o homem e que originou o casamento. O que quer que no romance seja chamado "amor" que não se origine em Deus é uma falsificação. Qualquer casamento baseado num tal amor sem Deus está sobre uma fundação abalada, ou até pior.

Amor para Deus

       

Um genuíno amor a Deus afetará o conceito do namoro. Ele será considerado uma oportunidade para se familiarizar com uma pessoa, de modo a avaliar seu caráter, personalidade, intelecto, disposição e aptidão em geral para o casamento. Infelizmente, o único modelo que muitas pessoas têm para o namoro é o de Hollywood, que parece medir o sucesso em termos do prazer sexual conseguido. A química sexual é tão forte, contudo, que quando ela começa a influenciar o desenvolivmento do namoro, o casal tende a ficar cego para todas as outras considerações.
         O amor a Deus afetará nossa escolha de um parceiro para o namoro. Em vista do conceito mencionado acima, nenhum indivíduo que seja moral e espiritualmente inapto para o casamento deveria ser namorado. O namoro tende a aumentar nossa tolerância das faltas do outro. Enquanto essas faltas sejam físicas, econômicas, sociais ou mesmo temporais por natureza, tal tolerância pode não ser fatal. Mas muito freqüentemente, faltas morais e espirituais chegam a ser aceitas e os resultados são desastrosos para a alma.
         O amor a Deus também afetará a nossa conduta no namoro. Deus será reconhecido como um acompanhante em todos os encontros. Seu olhar que tudo vê não será esquecido, mesmo no escuro.

"De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra" (Salmo 119:9).

Amor para companheiro

        

Nosso amor por um parceiro de namoro precisa ser um amor piedoso. Tal amor "não busca o que é seu". Um rapaz cuja preocupação principal no namoro e casamento é o que ele vai conseguir de uma moça não é um bom candidato para o casamento; nem o é a moça que é inteiramente egoísta. Enquanto um homem não reconhece o amor sacrificial de Cristo pela igreja como seu ideal, ele não está preparado para o casamento. Nem uma moça estará pronta para o casamento enquanto não estiver ansiosa para ser um "auxílio" para seu esposo. Se o egoísmo é um problema no namoro, será muito mais no casamento.
         Um amor cristão está profundamente preocupado como o bem-estar espiritual de outros. Um homem com tal amor, tendo escolhido uma mulher piedosa para sua companheira, jamais pensaria em violar a virtude dela, não importa quão forte suas paixões possam ser. Ele não a vê como um objeto a ser usado para seu prazer, mas como um tesouro a ser respeitado e protegido. É impensável, também, que uma mulher cristã, exercendo aquele amor que vem de Deus, se orgulhasse de "fazer um homem ficar nervoso" pelo modo como ela se veste ou se comporta. Ainda que ela possa "saber como cuidar-se," ela entende que o "o saber ensoberbece, mas o amor edifica" (1 Coríntios 8:1). O amor que vem de Deus nunca deve desafiar outro a pecar com as palavras, "Se me ama, você fará". Amor piedoso "não se regozija na iniquidade". Qualquer expressão suposta de amor que seja desagradável a Deus, é fraudulenta.

Amor para rivais

           Muitos cristãos devotos em outras situações parecem aceitar o velho adágio que "na guerra como no amor tudo vale"."Inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas" parecem ser perfeitamente justificados. Não importa a ocasião, estas são obras da carne e "não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam" (Gálatas 5:19-21). Muitos que não recorreriam a golpes físicos para acertar uma rivalidade usarão de trapaça, engano, duplicidade, astúcia, perfídia, mexerico, calúnia e o que mais possa vir-lhes à cabeça para conseguir seu intento.

"Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; antes, é terrena, animal e demoníaca. Pois onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de cousas ruins" (Tiago 3:15-16).

        Nenhum homem ou mulher é digno de tal corrupção da alma. É melhor exercer aquela

"sabedoria, porém, lá do alto [que] é, primeiramente pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento" (Tiago 3:17).

         Esta sabedoria conquistará qualquer parceiro que valha a pena conquistar.
         Graças a Deus, muitos que sucumbem a tal tentação se arrependem e amadurecem depois que seu prêmio é conquistado. O jovem que conquistou sua noiva naquela noite à beira do rio, amadureceu e não recomendará seu ato a outros.
         Não, verdadeiramente, a lei do amor piedoso não fica suspensa durante o namoro!

Autor: Sewell Hall

site: http://www.estudosgospel.com.br/datas-comemorativas/dia-dos-namorados/o-amor-no-namoro.html

Anúncios

  Poesia de  *Akiane Kramarik * love@artakiane.com                                                 

Este é um retrato de um leopardo-família
uma alegoria sobre a família humana.

Segurança, amor e crescimento, os ramos em que uma família feliz se assenta.

O ramo mais grosso é o ramo do amor.

E o ramo que vai acima é o ramo de crescimento.

O ramo em frente que os impede de cair é o ramo da segurança.

As patas do pai está no ramo da segurança, simbolizando que é ele que pode melhor proteger e sustentar a sua família. O ramo de crescimento também está posicionado do seu lado.

À primeira vista, não se pode notar o bebê leopardo, e é porque eu tentei misturá-lo em sua mãe. Acredito que os animais jovens, tal como os bebês humanos são tão conectados com suas mães, que não pode viver feliz sem o outro. Eles fazem parte de sua mãe. Essa ligação é duradoura.

http://www.akiane.com/paintings/age_11/age11_13.htm

Family
Acrylic on canvas, Age 11 (2006) 26 " x 48 "
Original & Prints Available

“E do céu veio uma voz, que disse: – Este é o meu Filho amado, que me dá muita alegria”. Mateus 3:17

“O amor é a única razão pela qual se dá a vida” (Matthew Kelly).

 

 

Se Deus dissesse que hoje seria o último dia que você passaria com a sua família, o que você faria nessas vinte e quatro horas? Amar e ser amado são as necessidades mais básicas da alma humana. Quem ama demonstra, declara, deixa vazar esse sentimento como água que nutre a alma do outro. A escritora Lya Luft, em seu livro Perdas e Ganhos, ao abordar sobre o tema Família, escreve uma verdade sobre a qual precisamos refletir:

“Se viver sozinho já é duro, viver em família pode ser onerado e oneroso. Sofremos com a precariedade dos laços amorosos. Sofremos com falta de dinheiro e de tempo. Sofremos com a necessidade de suprir cada vez mais os mandatos do consumo. Sofremos com o pouco espaço para o diálogo, a ternura e a solidariedade dentro da própria casa. Principalmente, não temos tempo ou disponibilidade para o natural exercício da alefria e do afeto”.

Com razão, disse o escritor Matthew Kelly, em seu livro Os Sete Níveis de Intimidade: “Dar e receber amor é a maior vocação do ser humano”. Infelizmente, muitos pais nunca se deram conta da importância e do valor de uma declaração sincera de amor ao filho. A Bíblia diz que antes de Jesus ser levado para o deserto a fim de ser tentado pelo diabo, Deus, o Pai Eterno, fez uma declaração de amor que foi decisiva para a sua vitória sobre o diabo: “Este é o meu filho amado em quem eu tenho muito prazer!” Mateus 3:17.

Nossos filhos precisam sair de casa (quando vão estudar, trabalhar ou passear) sabendo que são amados incondicionalmente. Conheço muitos filhos que nunca ouviram dos seus pais uma única declaração de amor.

Certo dia, quando terminei de ministrar em uma igreja sobre a importância do carinho, do afeto e de uma declaração de amor, uma jovem procurou-me e, com os olhos cheios de lágrimas, disse-me: – Pastor, eu tenho dezessete anos e sofro de uma carência crônica de afeto paterno. Meu pai nunca me abraçou, nunca me deu parabéns no meu aniversário, nunca me fez uma declaração de amor. Pelo contrário, já ouvi dele algumas vezes: “Você deveria ter nascido morta”.

Amar e ser amado são imprescindíveis para a saúde emocional do (a) filho (a). As coisas que mais têm valor no relacionamento familiar não custam dinheiro. Quanto custa uma declaração de amor? Se você tem filho, por que não fazer, hoje mesmo, uma linda declaração de amor para ele? Alguém me enviou um texto que nos faz refletir do porque não devemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. É uma mensagem que foi deixada pelo marido de uma das aeromoças que morreram no acidente que houve com o avião da TAM onde ela trabalhava. Ele jamais poderia imaginar que aquela seria a última saída da esposa de sua casa para trabalhar. Por isso ele escreveu…

SE O AMANHÃ NÃO VIER…

“Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você. Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e a chamaria de volta para abraçá-la e beijá-la uma vez mais. Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu ouviria a sua voz em oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que eu pudesse vê-la e ouvi-la de novo, dia após dia. Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO, ao invés de assumir que você já sabe disso. Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu estaria ao seu lado, compartilhando do seu dia, ao invés de pensar: “Bem, tenho certeza de que outras oportunidades virão. Então eu posso deixar passar esse dia”. É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão. E nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta. É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro: “EU TE AMO”, e certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro: “Posso te ajudar em alguma coisa?”. Mas, no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos juntos, eu gostaria de dizer-lhe O QUANTO EU AMO VOCÊ!”.

Espero que nunca nos esqueçamos disso!

O dia de amanhã não está prometido a ninguém, seja ele jovem ou velho. E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama. Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você, com certeza, se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter aproveitado aquele tempo especial com um sorriso, um abraço ou um beijo. Tudo porque você estava “muito ocupado” para dar àquela pessoa o que acabou sendo o último desejo que ela queria. Então, abrace o seu amado, a sua amada, o seu filho, a sua filha HOJE. E dê esse abraço bem apertado. Susurre no seu ouvido, dizendo o quanto você o (a) ama e o quanto o (a) quer junto de você. Gaste um tempo para dizer: “Desculpe-me”; “Por favor”; “Me perdoe”; “Obrigado”; ou ainda, “Não foi nada”; “Está tudo bem”. Isso porque, se o amnhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje. Pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue. Papai, mamãe, marido e esposa: parem agora por alguns minutos e reflitam sobre essa mensagem. E pratiquem-na!

Lembre-se, amor em família é uma arte, um malabarismo, por vezes um heroísmo: essencial como o ar que respiramos.

Pastor Josué Gonçalves é terapeuta familiar, pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça (Assembleia de Deus em Bragança Paulista, SP)

Acesse: www. familiaegraca.com.br

 

Uma epidemia se abateu sobre o Brasil nos últimos 23 anos. É a epidemia de divórcio. A taxa de divórcios no Brasil subiu 200% entre 1984 e 2007, segundo dados da pesquisa “Estatísticas do Registro Civil 2007”, divulgada, no dia 4 de Dezembro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No período, o índice passou de 0,46 divórcio para cada grupo de mil habitantes para 1,49 divórcio por mil habitantes. Isso significa que para cada quatro casamentos acontece um divórcio.

Estamos em plena epidemia de divórcio e não nos damos conta dos prejuízos para a família e para a sociedade de um modo geral. Estudos mostram que o divórcio traz impactos negativos sobre as pessoas diretamente envolvidas.

Crianças de 5 a 8 anos geralmente demonstram uma tristeza pelo divórcio dos pais e frequentemente experimentam um declínio do rendimento escolar, só para citar um prejuízo. Adolescentes que vivenciem o divórcio dos pais são mais propensos a depressão, raiva intensa ou a comportamentos rebeldes e desorganizados.

O divórcio, já que a natureza, para muitos, é mais importante que a família, também causa prejuízo ao meio ambiente. Com o aumento de separações aumenta também no número de residências, o que, por sua vez, leva a uma ocupação maior do espaço e também a um consumo maior de energia e de água.

Não existe, o que chamam de “bom divórcio”. Divórcio é sempre prejudicial para as pessoas, famílias e sociedade. A igreja, como mordoma das coisas criadas por Deus, não pode se omitir frente a epidemia de divórcio.

Que atitudes, então, a igreja deve adotar?

  1. Deixar claro que divórcio contraria o plano de Deus para a família. Se cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus, autoridade máxima sobre a nossa vida, temos que pregar sobre a indissolubilidade do casamento. Precisamos, como igreja, impregnar os crentes com princípios bíblicos.
  2. Preparar as pessoas que ainda não se casaram para uma vida conjugal feliz, sem pensarem na possibilidade de divórcio. Muitos jovens crentes já estão se casando com a ideia de divórcio, quando o primeiro conflito surgir. Precisamos trabalhar mais com jovens, preparando-os para o casamento. Isso sem mencionar um trabalho sério com noivos.
  3. Precisamos ajudar os casais nos seus conflitos, especialmente nas áreas financeira, relacionamento com a família de origem e sexualidade. Essas três áreas do casamento são mais sensíveis a problemas de relacionamento. Como igreja, precisamos capacitar os casais a resolverem os conflitos que cotidianamente aparecem na relação conjugal.
  4. Precisamos estar mais atentos ao aconselhamento preventivo. Se sabemos que o nascimento do primeiro filho causa um impacto na relação do casal, devemos nos antecipar na ajuda dos pais de primeira viagem. Muitos divórcios acontecem após o nascimento do primeiro filho.
  5. A igreja precisa trabalhar mais a ideia da prática da mentoria e do discipulado conjugal.
  6. Os advogados crentes, como membros do corpo de Cristo, devem exercer um papel mais cristão no exercício da profissão.
  7. A igreja deve se cercar e apoiar-se em profissionais da psicologia que realmente creem que um casamento à beira do divórcio, pode ser recuperado. Aconselhamento e terapia de casal são ações distintas.

Muitas outras ações poderiam ser lembradas, mas se começarmos com as alistadas acima, já estaremos cooperando com Deus na estabilidade e no fortalecimento da família.

Pastor Gilson Bifano